AutoNews: Cheiro do carro na revenda e 6 Hondas automáticos

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AutoNews: Cheiro do carro na revenda e 6 Hondas automáticos

AutoNews: Cheiro do carro na revenda e 6 Hondas automáticos

Por que o cheiro do seu carro pode ser o maior inimigo na hora da revenda

Se você pensa que vender um carro usado depende só de trocar o óleo e polir a lataria, pense de novo. Um fator muitas vezes esquecido, mas decisivo, é o cheiro dentro do carro. Segundo dados de mercado, veículos com odores desagradáveis podem perder cerca de R$ 1.700 no valor de revenda e, mais importante, podem travar a negociação logo no primeiro contato com o comprador.

Cheiro: um julgamento instantâneo

Quando um potencial comprador abre a porta, a primeira impressão olfativa acontece em segundos. Cheiros de cigarro, animais, mofo ou restos de comida podem desligar o interesse antes mesmo do cliente conferir a mecânica ou o histórico de manutenção. Isso acontece porque odores impregnados nos estofados criam uma sensação de descuido e falta de higiene, algo que poucos compradores ignoram.

Por que o cheiro fica tão forte?

O principal responsável pela persistência dos odores é o material interno dos bancos e forrações. Cerca de 90% dos interiores automotivos usam poliéster, um material que retém umidade com mais facilidade. Logo, se o carro roda com vidros fechados e ar-condicionado ligado, a circulação de ar fica restrita, um cenário perfeito para fungos e bactérias que causam mau cheiro.

Soluções que realmente funcionam

Limpeza básica que ajuda

  • Aspirar profundamente todo o interior, inclusive frestas e carpetes;
  • Aplicar bicarbonato de sódio nos tapetes e tecidos por algumas horas antes de remover.

Esses passos ajudam a reduzir odores superficiais, assim deixam o ambiente mais agradável.

Quando recorrer a profissionais

Se o cheiro estiver impregnado nas fibras, as soluções caseiras tendem a falhar. Nesse caso, o ideal é procurar higienização profissional com geradores de ozônio. Esse equipamento oxida moléculas de odor e pode eliminar cheiros profundos, desde que seja operado por especialistas, já que o ozônio pode ser prejudicial se o carro for exposto de forma inadequada.

Conclusão: um carro limpo e com cheiro neutro ou agradável não só atrai mais compradores como também pode facilitar negociações e ajudar a preservar o valor na hora da revenda.

6 Hondas automáticos usados a partir de R$ 44 mil

Comprar um Honda usado com câmbio automático pode ser uma excelente estratégia para quem busca conforto, confiabilidade e bom custo-benefício no mercado de seminovos. A Honda é uma marca conhecida por durabilidade mecânica e câmbios automáticos suaves, características que não só ajudam na usabilidade diária, mas também na valorização na revenda.

Por que escolher um Honda automático?

Antes de entrarmos nos modelos, vale destacar o motivo de muitos motoristas preferirem automáticos:

  • Conforto no trânsito urbano — sem troca de marchas constante;
  • Dirigibilidade mais amigável — ideal para quem faz muitos trajetos curtos;
  • Demanda alta no mercado de usados — modelos automáticos tendem a vender mais rápido.

Modelos Honda usados que valem a pena considerar

A seguir, algumas opções populares no mercado brasileiro que costumam aparecer na faixa a partir de R$ 44 mil, com boa reputação de confiabilidade e facilidade de manutenção:

Honda Fit

  • Hatch compacto muito versátil e econômico;
  • Motor 1.4/1.5 eficiente e câmbio automático suavizado;
  • Espaço interno inteligente e fácil adaptação no dia a dia.

City

  • Sedã compacto com bom espaço para ocupantes e porta-malas amplo;
  • Câmbio automático CVT suave e eficiente;
  • Equipamentos interessantes para conforto e tecnologia.

Civic

  • Sedã médio com excelente histórico de confiabilidade;
  • Motor mais potente e câmbio automático bem casado ao conjunto;
  • Alta demanda no mercado de usados, o que ajuda na liquidez de revenda.

HR-V

  • SUV compacto com câmbio automático CVT;
  • Oferece espaço interno e boa posição de dirigir;
  • Popular entre famílias que buscam conforto e versatilidade.

WR-V

  • Crossover compacto com proposta prática e confortável;
  • Transmissão automática em muitas versões;
  • Fácil de viver no uso urbano e com manutenção acessível.

Dicas para quem vai comprar usado

  • Pesquise histórico de manutenção, especialmente revisões em concessionárias;
  • Confira o estado do câmbio automático, trocas suaves e sem trancos são sinal de saúde;
  • Use a Tabela FIPE como referência, mas negocie com base nas condições reais do carro.

Portanto, por sua confiabilidade mecânica e ampla oferta no mercado de seminovos, os Honda automáticos são opções que combinam conforto, bom uso diário e potencial de revenda consistente, mesmo começando por faixas de preço mais acessíveis, como a partir de R$ 44 mil.